Curva da COVID-19 no Brasil sugere imunidade maior e uma segunda onda menos provável

Pesquisadores apontam que seja improvável a ocorrência de uma segunda onda da COVID-19.

Muitas regiões do mundo já tiveram que enfrentar a ascensão de casos referente ao novo Coronavírus. A boa notícia é que a grande maioria já passa por uma queda no registro dos números de casos e mortes.

Tanto na Europa quanto em alguns estados Brasileiros é observado uma queda no número de casos registrados da COVID-19. Contudo, lugares que antes não estavam registrando tantos casos, começaram a observar um aumento, o que acaba elevando a média geral.

Atualmente, os dois países mais afetados pela pandemia do Coronavírus são os Estados Unidos e o Brasil. Ambos já registraram mais de 1 milhão de casos de pessoas infectadas e mais de 50 mil mortes causadas pela doença.

No Brasil, o destaque é para cidades como São Paulo, Recife, Manaus e Rio de Janeiro que logo no começo da pandemia iniciaram uma alta de casos e com tendência a apenas aumentar.

Porém, este quadro está mudando e agora as cidades mais afetadas parecem ser aquelas que ficam localizadas no interior, um quadro igual parece estar sendo observado na região Sul e Centro Oeste do país.

Estima-se que o motivo para que não tenha ocorrido uma segunda onda de infecções seja que provavelmente muitas pessoas já pegaram o vírus e conseguiram desenvolver anticorpos que diminuem com o tempo e acabam resultando em testes negativos para a doença, ou que então elas tenham se curado mesmo sem a criação de anticorpos.

Outro motivo que os cientistas acreditam para sustentar essa afirmação seria de que a maioria dos transmissores são jovens adultos que necessitam circular na cidade, principalmente em transportes coletivos, por conta de seus trabalhos.

Sergio Cimerman, associado a Sociedade Brasileira de Infectologia, contou que estamos longe de qualquer sinal de uma segunda onda, apesar de ter ocorrido uma flexibilização em diversos lugares. O que se tem certeza é que o risco aumenta caso aconteça aglomerações.

Por este motivo, apesar das boas notícias, ainda é necessário seguir as recomendações para evitar a transmissão rápida do vírus.


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Escrito por Juliana Gomes De Souza

Colunista de notícias sobre diversos assuntos. Apaixonada por literatura e a arte da escrita. Escrevo sobre tudo que envolve o mundo do entretenimento, além de falar das principais noticias sobre o dia a dia.