Testes em vacina contra covid-19, mostram eficácia total

O coronavírus(CoV) já é um vírus bastante conhecido no âmbito da infectologia desde a década de 80, por ser um vírus pertencente à família viral que causa infecções respiratórias leves ou brandas em humanos e animais.

No entanto, os vírus sofrem modificações ou mutações naturais e essas mutações podem os fortalecerem, como é o caso do novo coronavírus, descoberto na China, no final de 2019. O vírus inicio-se no país e rapidamente se alastrou no mundo, devido ao seu imenso poder de transmissão.

O novo coronavírus é um vírus mais agressivo no organismo, que tem a capacidade de evoluir rapidamente para uma pneumonia, além de ocasionar falta de ar, o que faz com que alguns pacientes venham a óbito pela insuficiência respiratória grave. Para que a população pudesse retomar sua rotina ou vida normal, a única solução encontrada foi a elaboração de uma vacina.

Além da vacina, alguns medicamentos foram testados, porém nenhum apresentou cem por cento de eficácia para ser usado como um tratamento para a doença. Entretanto é sabido que uma vacina não se faz de um dia para o outro, pois é preciso ser realizados estudos e testes inúmeras vezes para que sejam corrigidas algumas falhas que possam existir no medicamento.

Normalmente, uma vacina demora de 8 a 10 anos para ser elaborada, testada e utilizada em grande escala. O novo coronavírus conseguiu um feito sem igual: a elaboração de várias vacinas em tempo record de poucos meses de estudos.

Entre algumas vacinas elaboradas, algumas são candidatas fortes a serem utilizadas pela população mundial, como a de Oxford, que já foram testadas em pessoas no Brasil e uma vacina de um grupo chinês, que teve 100% de eficácia em testes com 1120 pessoas no continente asiático.

Se tudo der certo, o grupo chinês que elaborou a vacina, disse ter fôlego para a produção de até 120 milhões de doses por ano, o que é um acalento em tempos difíceis e angustiantes como esse.

 


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Escrito por Redator Seguindo News

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